Intolerância e discurso de ódio contra minorias

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    Segundo René Descartes, filosofo francês, o espetáculo do mundo nos oferece frequentemente cenas de violência e intolerância, nascidas de preconceitos que querem se impor através do discurso do ódio, na ausência de questionamento e, sobre tudo do exercício da razão. Hodiernamente, no Brasil o discurso de ódio têm-se tornado um dos principais problemas que o país passou a administrar. Sendo assim, é preciso analisar dois fatores que agem como alicerce para a problemática: o primeiro é o individualismo e o segundo são as políticas governamentais.
       Um fator importante, reside na tese de Zygmunt Bauman em que define, na obra "modernidade líquido", que o individualismo é uma das principais características da pós-modernidade, e , consequentemente, uma parcela da população tende a ser incapaz de tolerar diferenças. Esse problema assume contornos específicos no Brasil, onde, apesar do multiculturalismo, há quem exija do outro a mesma postura cultural e seja intolerante com aqueles que divergem. Nesse sentido. um caminho possível para combater a rejeição a diversidade cultural é desconstruir o principal problema da pós-modernidade que é o individualismo.
       A omissão do Estado, diante de sua responsabilidade de criar leis mais rígidas para estabelecer um bem estar social, faz com que a discriminação exista por parte da sociedade. Outrossim, respectivamente o discurso de ódio muitas vezes pode chegar se transformar em agressões físicas e verbais e até mesmo assassinatos, sobre grupos que são considerados minorias como: negros, mulheres, transgêneros entre  outros.
       Portanto, para que o discurso de ódio não gere transtorno ao país, e imprescindível que o Governo Federal com ações do Ministério da Justiça, crie leis mais severas para estabelecer segurança, assim diminuindo casos de agressões. Além disso, as escolas e universidades precisam, por intermédio de palestras e debates, promover a reflexão sobre a intolerância e as consequências que no contexto social. Dessa forma, o Brasil conseguirá equilibrar este problema.