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    Uma sociedade igualitária
         De acordo com a constituição de 1988, todos são iguais perante a lei. Hodiernamente, nota-se que tal decreto não é exercido na pratica, devido ao preconceito enraizado na sociedade e o descaso para com as leis.
           Nessa perspectiva, cabe ressaltar que o pensamento do homem de ser superior ao outro é apenas sequelas contemporâneas de atrocidades cometidas pelo ser humano no passado como a escravidão. No entanto, o que se observa nos dias atuais é que tal pensamento errôneo de superioridade está longe de ser abandonado pela maioria, que descrimina grupos menores sendo por causa de sua etnia, orientação sexual, aparência física e entre outros. Preponderando o que o físico Albert Einstein dizia: "É mais difícil quebrar um preconceito do que um átomo".
        Além disso, é inquestionável o despreço das autoridades para com aqueles que agem com preconceito contra a minoria. Segundo dados do Grupo Gay da Bahia (GGB) a cada 19 horas um LGBT é assassinado ou se suicida no Brasil, dado muito preocupante e incontestável que as leis não abrangem de forma eficaz a todos grupos sociais.
            Portanto, é evidente, que ainda há entraves para garantir a segurança de grupos sociais(minorias), que foge do "padrão". O Poder Legislativo concomitantemente com o Ministério da Educação devem criar leis mais rigorosas a fim de interromper com tal brutalidade exercido pela maioria e investir em palestras de conscientização para evitar que a futura geração herde semelhante comportamento. Dessa forma, será possível garantir que a constituição de 1988 deixe de ser apenas um documento importante e comece a vigorar na sociedade de forma prática e só assim se alcançará uma sociedade que promova a igualdade de direitos.