Intolerância e discurso de ódio contra minorias

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    Durante o período colonial, índios e negros eram submetidos à diversas formas de repressão e humilhação. Analogamente, no Brasil, observa-se um grande ódio às minorias, causando  danos morais e psicológicos. Dessa forma, ocasionando graves problemas sociais que se devem à falta de alteridade em consonância com a cultura do imediatismo presente na sociedade contemporânea.
          Primeiramente, quando o escritor Douglas Rushkoff afirma sobre o presentismo da sociedade informacional atual, evidencia-se a cultura imediatista sobre a qual se debruça a violência simbólica contra minorias. Nesse sentido, o homem moderno deixa de questionar o presente esquecendo o passado e se vê incerto sobre o futuro, assim, consolidando a violência simbólica por meio do reconhecimento da legitimidade do discurso dominante. Segundo o sociólogo Pierre Bourdieu, a violência simbólica se da quando grupos dominantes exercem uma coação representativa ditando critérios e padrões sobre minorias sociais.
          Logo, danifica-os moral e psicologicamente, demonstrando a falta de alteridade na contemporaneidade. Destarte, a falta de alteridade se da na impossibilidade de se reconhecer no outro, ou seja, na posição dicotômica entre nós e o outro, assumindo-se na forma de exclusão social - seja ela institucional ou não - ou violência.
          Evidencia-se, portanto, uma grande decadência cultural e institucional no que diz respeito às minorias. Dessa forma, a fim de promover a paz entre os indivíduos, cabe ao Ministério da Cidadania assegurar a alteridade entre as pessoas e instruir grupos minoritários sobre seus direitos através de palestras em escolas e universidades com o apoio de ONG's especializadas no assunto. Destarte, aumentam as chances de se obter um futuro menos tóxico e promissor aos cidadãos brasileiros.