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    Muito se debate, hoje em dia sobre a intolerância e as manifestações caracterizadas pela  aversão, repúdio e ódio para com as minorias, que são pessoas que se encontram em desvantagens sociais. A ideia central que está vinculada a essa questão, é a não aceitação dessa parcela na âmbito social. Tal rejeição é fruto de uma sociedade bastante frágil em termos de educação, e da negligência por parte do governo na execução das leis que visam assegurar e prover os direitos aos grupos minoritários. 
          Em primeira análise, quando o filósofo André Glucksmann, afirma que “o ódio nada mais é do que o resultado deteriorado da ausência de educação”, mostra o quão fragilizada é a educação de uma sociedade que dispõe de  arrogância e preoconceito, por parte daqueles que práticam atos com caráter hostil com determinadaos grupos por serem considerados diferentes e inferiores aos demais que formam a sociedade. Sejam eles negros, mulheres, tragêneros, LGBTS etc. Cujo veem seus direitos sendo corrompidos nas mais diversas situações do cotidiano.
          Em conseguinte, nota-se a grande nigligência no gerenciamento das políticas públicas, sendo instrumento do Estado responsável por assegurar determinado direito de cidadania, seja de forma difusa ou especificamente para um seguimento social, cultural, étnico ou econômico. E a inadequação na atuação dessas leis, abre espaço para que aumento não só dos discursos de ódio, como também da violência. Refletindo o aumento da taxa de assassinatos no Brasil, segundo o G1.
          Deve se constatar portanto, que o comportamento de determinados cidadãos vem interagindo de forma negativa para com as minorias. Então, o poder executivo, deve regulamentar a atuação das leis para que haja a devida garantia dos direitos e acabe com a vulnerabilidade dos grupos minoritários. Bem como, melhorias no planejamento e gerenciamento das políticas públicas voltadas para educação do país, a fim de promover uma sociedade que vise aceitar as diferenças, e divulgações de campanhas de apoio aos afetados e conscientização promovidas pelo governo.