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    O ódio vem da raiva, um sentimento primitivo e inerente ao ser humano, porém passageiro e direcionada a diversos fatores, diferente do ódio que é permanente e geralmente mais especifico e direcionado a um grupo ,como por exemplo, o ódio dos nazistas contra minorias como os judeus, tal impulso pode causar muitos danos e deve ser prevenido e quando perpetuado esse deve ser combatido.
     Numa sociedade democrática na qual cidadãos têm liberdade de expressão para externalizarem suas opiniões há espaço para a ocorrência de debates produtivos, entretanto, por vezes certos indivíduos podem se aproveitar desse espaço para justificarem discursos de ódio, logo é necessária a conscientização da sociedade para a distinção entre usar a liberdade de expressão e a perpetuação de preconceitos usando essa como justificativa.
       O  ser humano tem uma tendência a formar grupos com aqueles que compartilham coisas em comum: sentimentos, interesses, ancestrais, histórias, circunstancias. Porém pode ocorrer de na criação desses grupos também haver a formação de preconceitos e intolerâncias a outras comunidades diferentes daqueles, o que se torna ainda mais grave quando um desses grupos detêm mais poder  e utiliza desse para perpetuar não só seu ódio, mas também exercer e aumentar seu poder sobre aqueles que estão em algum tipo de desvantagem. E é isso que vem ocorrendo na história com diversos grupos: mulheres, índios, negros, comunidades lgbt entre outros. 
        Portanto essas minorias devem ter cada mais espaço na sociedade e mídia para conscientização da população sobre esses preconceitos, assim os indivíduos podem dialogar mais sobre esses e então, talvez, reconhecer sem si mesmos tais pré-julgamentos para que dessa forma possam desconstrui-los, logo a sociedade no todo os desconstruirá, e então surgirá uma comunidade geral mais justa, respeitosa e igualitária.