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    Promulgada em 1978, a Declaração Universal dos Direitos Humanos prêve que todos tem direito a igual proteção contra qualquer discriminação. Entretanto, as minorias na sociedade, pessoas que se encontram em desvantagem social, são constantemente vítimas de discurso de ódio por diversos motivos. Nesse contexto, cabe analisar os fatores que favorecem essas atitudes e suas consequências.
       Em uma primeira análise, a crença na superioridade de determinados grupos que parte da sociedade possui, faz com que minorias sofram algum tipo de exclusão baseada em algumas características, como cor e religião. Consoante ao filósofo francês Voltaire "um preconceito é uma opinião que deixou de ser submetido a razão". Infere-se, portanto, que essa transgressão dos direitos ocorre devido a falta de conhecimento sobre a história desses grupos que se encontram em desvantagem e a persistência de esteriótipos criados ao longo de diversos gerações.
      Por conseguinte, muitas atrocidades são cometidas contra esses grupos que se encontram em desvantagem social. Durante o Nazismo na Alemanha os discursos de ódio de Hitler levaram diversas minorias, como negros, judeus e deficientes a serem submetidos a condições deploráveis em campos de concentração e posteriormente exterminadas. Na atualidade, no Brasil, diversos discursos são proferidos contra esses grupos sem o mínimo respeito aos direitos humanos, isso acaba fazendo com que essas pessoas se tornem suscetíveis a diversos problemas psicológicos e que acabem negando a sua identidade.
      Diante do exposto, medidas devem ser tomadas para a erradicação da discriminação na sociedade. Faz-se necessário que organizações não governamentais promovam campanhas por meio de mídias sociais que incentivem vítimas desses discursos de ódio a denunciarem aqueles que os proferiram. Além disso, as escolas devem promover palestras e debates com os estudantes, buscando  formar cidadãos conscientes e capazes de lidar com a diversidade.