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    De acordo com relatos históricos, a colonização do Brasil ocorreu sob forçamento de mudanças de hábitos de povos que já habitavam. Portugueses classificavam a cultura indigêna como subcultura, negros eram tratados como objetos. Mostrando, desta forma, que a intolerância está enraizada na cultura do brasileiro. Sendo necessário um estudo sobre como combater esse problema.
    
          Nessa ótica, observa-se que muitos pais ou educadores fomentam e disseminam discusos de ódio por onde passam. De acordo com o psicanalista Augusto Curry, pais e educadores devido ao estresse do cotidiano intensificam essa prática, no momento em que, precisam educar, apenas agride com palavras ou castigos físicos, segundo ele, essa prática faz desencadear sentimentos de raiva e ódio durante a formação das criaças e adoscentes, desencadeando, mais tarde quadros de intolerância com o próximo.
    
          Ademais, o ódio com as minorias são reforçados por grupos que manipulam pessoas através de redes sociais ou outros meios de comunicação. Diariamente é noticiado casos de assassinatos contra gays, travestis, negros e outros grupos. De acordo com a Organização Mundial de Saúde (OMS), em muitos casos existe uma patologia por trás de todo esse ódio na visão de psiquiatras e médicos.
           Diante do exposto, observa-se que o discuso de ódio está enraizado na formação do homem, e que em muitos casos é desenvolvido durante a formação da criança. Dessa forma, cabe ao Ministério da Saúde em parceria com o Ministério de educação, disponibilizarem profissionais de psicologia e psiquiatria para professores alunos, crianças e adolescentes para que esse quadro possa ser revertido. Nesse viés, é necessário que os profissionais trabalhem o amor ao próximo e o respeito pelo pluralismo social que existe em nossa sociedade. Ademais, faz-se necessário a criação de centros para pessoas em casos patológicos.