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    Desde os primórdios da civilização já existiam as minorias, e consequentemente a luta contra as classes opostas que se consideravam "dominantes". No Brasil, o século XVI exemplifica bem esta relação através da luta entre o escravo negro que era minoria, contra os portugueses, que eram homens brancos dominantes.
          É possível utilizar o exemplo acima como base para entender a lógica por trás dessa relação polarizada e conflituosa que se estende na história da humanidade. Onde a classe dominante se impõe sobre a minoria, por se sentir superior pelas diferenças de raças, gêneros ou classes sociais; e muitas vezes a classe que sofre a imposição, acredita que nasceram mesmo inferiores e que devem se sujeitar à tal situação de dominação. 
          Mas quando a minoria busca conquistar o seu direito de liberdade e igualdade na sociedade, ocorrem os conflitos. É neste meio que surgem os discursos de ódio, que são exclusivamente baseados na emoção do "dominador" e causados pela intolerância aos indivíduos que se opõem a ele.
          Portanto, é muito importante a mudança de cultura da população mundial como um todo, para aceitar melhor as diversidades. Cabe a sociedade civil fazer a sua parte, mas também, a realização de parcerias público-privadas com campanhas e eventos de conscientização de acordo com a cultura de cada região, além da inserção de uma disciplina com temática de inclusão na educação básica, voltada para todas as crianças, jovens e adolescentes estudantes.