Lixo e cidadania: “Pensar globalmente, agir localmente”.

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    No  secúlo XX, a  industrialização e a globalização brasileira com Juscelino Kubitsheck  tomaram seu espaço nas metrópoles, trouxeram  consigo muitos efeitos um dos principais que abrange de forma negativa a população é o excesso do lixo que é causado por consumo exagerado, falta de fiscalização dos estados e municípios e a falta de conscientização de todo o corpo social brasileiro. Ademais, é notório a irresponsabilidade política, visto que há  disponibilidade de programas ambientais, entretanto, a prática não é vista. 
         Em primeira análise, uma pesquisa realizada no ano de 2014, afirma que o lixo aumentou 29% em 11 anos, 5 vezes  mais que o crescimento populacional. A causa primordial desse aumento acelerado é o alto índice de consumo nas áreas tecnológicas e o avanço industrial nas metrópoles.Todavia toda revolução tem o seu preço e o custo desse desenvolvimento é a exposição do lixo em áreas inadequadas, como rios, mangues e perto de matas a céu aberto. Dado que, com a falta de examinação governamental e a ausência do respeito e responsabilidade humana as consequências estão aparecendo, como a poluição das águas, matas e a degradação do meio ambiente ao todo.
         Indubitavelmente, Paulo Freire, o pilar da educação brasileira, disse: ''Se a educação não muda o homem, tampouco o homem muda sem ela ''. Seguindo está linha de raciocínio, é possível se dizer que o ensino tem uma contribuição significativas nas ações humanas. Posto que programas ambientais instituídos no Brasil não há uma percentagem alta de práticas por parte de todo o conjunto populacional e público, o que é visto a todo instante é a falta de interesse na inspeção de industrias, comércios e nas casas e prédios. Além disto, apenas 17% das cidades brasileiras têm um programa de reciclagem e reúso do lixo. Consequentemente, a vida animal, humana e vegetal sofre riscos graves de prejuízos.
          Diante dos fatos apresentados, é preciso ações rígidas para a resolução das problemáticas. Uma alternativa viável é o Ministério do meio Ambiente realizar propagandas reais por meio de mídias, como a internet, rádio e TV, ilustrando e descrevendo como será a vida das próximas gerações caso os cidadãos não mudem seus hábitos consumistas. Ademais, ações sociais nas instituições privadas e públicas com profissionais especializados na área incentivaria ao respeito e a conscientização. Outrossim, é necessário que o Governo Federal em parceria com o poder legislativo criem leis de fiscalização ao despejamento de lixos no meio ambiente e também o aumento significativo das multas e em último caso a prisão do indivíduo. O investimento dos impostos em reciclagem do lixo faria com que a taxa de poluição e o aumento dos entulhos diminuísse nas cidades pequenas e grandes. Dessa maneira, as próximas gerações terá uma vida com mais esperança.