Lixo e cidadania: “Pensar globalmente, agir localmente”.

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    Devido às Revoluções industriais ocorridas nos séculos XVIII à XX, houve a intensificação da produção de artigos em massa e, consequentemente, o estimulo ao consumo. Nesse sentido, a compra desenfreada de produtos oriunda das revoluções aliada ao descarte incorreto do lixo, torna a questão dos resíduos sólidos um desafio para o Brasil.
     Em primeira instância, com o avanço do sistema capitalista e a mecanização da produção, a população adquiriu comportamentos consumistas, decisivos para alta da produção do lixo. Isso porque, a obsolescência programada dos artigos e a mídia, com sua publicidades alienantes estimulam a compra imoderada. Conforme ilustrou o físico Isaac Newton, toda ação gera uma reação contrária, sob esse viés, o aumento do lixo oriundo de ação antrópicas, ocasiona impactos irreversíveis a natureza e a população, como patologias e poluição do solo e rios.
       Ademais, o destino correto do lixo ainda é uma tarefa árdua para o Brasil. Nesse contexto, ressalta-se que, embora existam leis responsáveis pela substituição  dos lixões , não há aplicação correta, como a lei de Resíduos Sólidos, sancionada em 2008, que até o  momento não obteve êxito. Por conseguinte, a falta de estímulo para a coleta seletiva e a ineficaz da legislação faz com o que o montante de lixões a céu aberto sejam constantes.
      É imprescindível, portanto, que