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    Lixo : uma questão cultural
    Os descartes são uma questão de saúde pública.Certamente,o lixo deve ser compreendido como gerador de emprego e renda.Como pressupostos argumentativos, percebe-se que as políticas públicas no Brasil não são eficientes na destinação final dos resíduos das atividades humanas,bem como reduzidos investimentos em tecnologias de transformação e reaproveitamento,além da existência de uma sociedade descompromissada com a coleta seletiva.A gestão do lixo é uma responsabilidade social . 
     Configura-se no plano de gestão das políticas públicas um descaso do Estado na logística de descarte e destino final dos resíduos.O Brasil tem uma produção de resíduos sólidos por habitante ao ano semelhante à de países desenvolvidos,mais ainda tem um padrão de descarte equivalente ao dos países pobres,com envio para lixões a céu aberto e pouca reciclagem .Criar mecanismos de coleta seletiva permitiria a transformação do lixo em riqueza,caso contrário os lixões seriam veículos de doenças e epidemias.Estados democráticos de direito devem estar sintonizados com a estética urbana.   Nos moldes de uma economia macrorreguladora ,fica caracterizada a baixa aplicação de recursos em pesquisas relacionadas às tecnologias de reciclagem.A falta de responsabilidade ambiental no Brasil sobre o reaproveitamento,por empresas,indústria e comércio leva a perda de 8 bilhões ao ano por não reciclar seu lixo,segundo a Secretária de Recursos Hídricos e Meio Ambiente.Elaborar instrumentos que viabilizem a usinagem de resíduos sólidos e líquidos favoreceria a redução dos gastos públicos,de outro modo o lixo perderia sua função social transformadora Uma vez que a conscientização social sobre o valor agregado ao lixo promoveria uma melhor distribuição de renda .Economias em expansão devem vetorizar a tecnificação dos descartes humanos.  
      Resíduos sólidos e líquidos pressupõem a lógica do reaproveitamento.Não restam dúvidas de que sociedades participativas devem atuar de forma cooperada com a gestão pública.Como encaminhamentos propositivos, exige-se que sejam criados programas obrigatórios de coleta seletiva através das prefeituras municipais, assim como a elaboração de projetos de investimentos na construção de usinas de compostagem por meio de parcerias público-privadas entre associações de catadores de materias e o serviço público de limpeza e manejo dos resíduos sólidos juntamente com as Indústrias,mediante isenções fiscais e a conscientização do homem sobre a importância do lixo como gerador de riqueza via mídia.O descarte seletivo mitiga os impactos ambientais.