Lixo e cidadania: “Pensar globalmente, agir localmente”.

Envie sua redação para correção
    Desde da segunda metade do século XVIII, o meio ambiente começou a sentir o impacto do novo modelo de produção capitalista, baseado na força motriz, nas máquinas e no sistema fabril. Assim, com o aumento do êxodo rural e do processo de urbanização, houve um aumento significativo na produção de resíduos sólidos, de diferentes procedências, causando impactos sociais e ambientais.
          O lixo em si, provoca a poluição e a contaminação do solo e da água, promove a liberação de gases que influenciam o efeito estufa, como o metano, desencadeia a proliferação de insetos transmissores de doenças, como a dengue e a leptospirose, e causa diversos impactos ambientais, como a poluição de rios e lagos. Desse modo, com o rápido crescimento econômico presente no Brasil, menos da metade das republicas federativas possuem algum programa de coleta seletiva de lixo, fazendo com que esse seja destinados a áreas inadequadas, como os lixões a céu aberto.
          Assim, apesar dos riscos eminentes os lixões ainda constam como os principais locais de destino do lixo no país, provocando impactos que abrangem diversos setores da sociedade. Segundo, dados de uma matéria feita pelo site El Brasil, metade das pessoas que vivem em extrema pobreza retiram seu sustento  desses locais, como por exemplo, na favela de Vila Princesa, localizada no interior de Porto Velho no estado de Rondônia, onde cerca de 400 famílias retiram seu sustento diário do lixo catado desse local, porém se expõe a diversos riscos, pois nesses locais possuem lixos de diversas procedências, como hospitais e industrias.
          Desse modo, percebe-se que a má destinação de lixo no país provocam consequencias que necessitam de intervenções. É necessário que o Governo Federal, por meio do Ministério da Cultura, em conjunto com Organizações não gorvenamentais (ONG´S), reavaliem e planejem um melhor destino para o lixo, extinguindo os lixões. Reforçando a importancia da reciclagem e coleta seletiva, por meio de palestras, ministradas em escolas e campanhas midiáticas que atinjam os demais públicos.