Lixo e cidadania: “Pensar globalmente, agir localmente”.

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    Dizia o pensador e iluminista Immanuel Kant: “O homem é aquilo que a educação faz dele.” Diante da fala do filósofo, o ato de educar é o meio mais plausível para solução de qualquer problema. Por exemplo, a questão do lixo na sociedade brasileira. Essa adversidade se deve à herança sociocultural e à negligência do estado ao não resolver o quanto antes essa problemática. 
           É notável que no iluminismo, a busca por direitos básicos como a vida, a liberdade e o bem-estar era incisiva. Sendo assim, essa pretensão pela aquiescência de ter uma natureza bem cuidada é mais que uma vontade, é uma necessidade social. Prova disso, são os sérios prejuízos que o lixo mal tratado traz à saúde dos indivíduos, lixos os quais são jogados nos rios, em terrenos baldios, dentre outros destinos inapropriados para receber esses resíduos. Consequentemente, aumenta a proliferação de baratas, ratos, vermes, e muito mais, o que causa um grande aumento no número de pessoas com leptospirose, vermes, infecções, fungos e outras doenças. 
          Ademais, é fundamental enfatizar que a questão do lixo não tem sido priorizada pelo estado. Com isso, mediante a pequena quantidade de aterros sanitários, poucos projetos de coleta nas inúmeras cidades brasileiras e poucos projetos nas escolas sobre a importância da coleta seletiva e jogar o lixo na lixeira, fica evidente que o os resíduos que são produzidos diariamente não são uma prioridade para o governo. Os lixos que são descartados de qualquer maneira demoram muitos anos para se decompuser, e os prejuízos à vida são enormes, o vidro que é jogado em um terreno baldio, por exemplo, demora aproximadamente um milhão de anos para se decompuser, uma garrafa pet, demora mais de cem anos, dentre muitos outros matérias que demoram séculos. Dessa forma, inúmeros são os prejuízos, desde a morte de peixes em rios poluídos à morte de dezenas de pessoas por ingerir água contaminada, peixes contaminados ou até mesmo sérios problemas respiratórios devido a poluição do ar.
          Ante a problemática apresentada, fica claro que governo e sociedade devem agir em conjunto. Desse modo, o corpo governamental na forma do Ministério da Educação e Ministério do Meio Ambiente Tem o dever de produzir cartilhas e palestras sobre a importância de jogar o lixo na lixeira. O Ministério do Meio Ambiente, a principio, deve criar aterros sanitários, a fim de dar um melhor direcionamento para o lixo. Ademais, a sociedade deve colaborar com a separação do lixo e não descartar os resíduos em lugares inapropriados. Diante dos fatos apresentados, uma politica pró-educação é o meio mais plausível para proporcionar um país mais fraterno, igualitário, limpo e sustentável.