Lixo e cidadania: “Pensar globalmente, agir localmente”.

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    Após a Guerra Fria, ocorreu uma grande expansão do capitalismo a partir da globalização, o consumo e, consequentemente, o lixo produzido aumentaram exponencialmente. No Brasil, os órgãos governamentais não investem o suficiente na gestão correta do lixo, causando a poluição de ecossistemas e a diminuição da qualidade de vida da população.
              Decerto, a poluição de ecossistemas é uma problemática recorrente na sociedade brasileira e acarreta diversos entraves na sociedade. Essa degradação de ambientes naturais é ocasionada a partir de uma coleta de lixo precária, levando as pessoas que não tem acesso à informação a poluir rios, florestas e mangues. Além disso, há pessoas que possuem conhecimento, mas não se preocupam com questões ambientais. Essa conjuntura ocasiona a morte de animais, perda de biodiversidade e contaminação de recursos não renováveis, como aquíferos subterrâneos, rios e inviabilizando nutrientes do solo.
              Outra problemática relacionada à má gestão de lixo é a diminuição da qualidade de vida, ocasionada pela deposição de resíduos em lixões a céu aberto. Essa diminuição na qualidade de vida é causada pelo acúmulo de lixões nas áreas periféricas da cidade, podendo causar doenças, contaminação de rios e diminuição da expectativa de vida dos moradores da região.
              Esses problemas relacionados ao aumento exponencial da produção de lixo são agravados pela má gestão desses detritos podem ser amenizados a partir do aumento de investimentos do Governo Federal. Esses investimentos devem ser direcionados à melhoria da coleta de lixo, principalmente em regiões periféricas da cidade e na construção de aterros controlados para a destinação do lixo. A aplicação dessas ações causará a diminuição de problemas relacionados ao lixo no Brasil e a consequente preservação de ecossistemas e melhoria na qualidade de vida nas regiões periféricas do país, ocasionando a melhora geral na nação.