Lixo e cidadania: “Pensar globalmente, agir localmente”.

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    Com o advento da Revolução Industrial,a produção em massa ganhou força,causando sérios problemas ambientais devido ao uso de recursos naturais de maneira irracional e ao acúmulo de resíduos sólidos.No entanto,na conjuntura contemporânea o lixo é um grande desafio à  sustentabilidade.Nesse contexto,o consumo aliado ao desperdício e a falha educacional reforçam a problemática.
         É primordial ressaltar que o capitalismo prioriza lucros em detrimento de valores.Segundo a terceira lei de Newton,para toda ação existe uma reação,de maneira análoga o consumo exagerado é um dos principais responsáveis pelo aumento de resíduos sólidos no planeta,visto que a sociedade consome mais do que precisa provocando o desperdício.Desse  modo,as consequências para as águas,flora,fauna e para a saúde dos indivíduos são grandes.
       Deve-se abordar,ainda,que a falta de uma educação ambiental  intensifica o problema.Mediante a isso,as instituições de ensino não tem dado a devida atenção a conscientização dos docentes em relação ao acúmulo de lixo,haja vista que os alunos não possuem um hábito de vida sustentável e pouco se prática a reciclagem.Com efeito,essa geração no futuro não terá mais recursos naturais em abundância,devido ao mal uso dos mesmos.
         Torna-se evidente,portanto,que medidas são necessárias para combater o impasse.Logo,cabe ao Ministério do Meio Ambiente,em parceria com o Poder Legislativo,por meio de leis,deve criar uma norma que pune cidadãos que desperdiçam alimentos e os jogam em qualquer lugar no meio ambiente,a fim de diminuir gradativamente o acúmulo de lixo.Ademais,o Ministério da Educação,juntamente com as escolas,por intermédio de projetos e palestras,deve estimular os docentes a ter um estilo de vida mais sustentável,no intuito de conscientizar o corpo social.Dessa forma,será possível reduzir sucessivamente a concentração de lixo no âmbito social.