Lixo e cidadania: “Pensar globalmente, agir localmente”.

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    Após a Revolução Industrial o mundo nunca mais foi o mesmo. Com o surgimento do capitalismo a sociedade vem se tornando um ponto alarmante em questão de sustentabilidade por conta de seu consumo em massa, gerando uma grande quantidade de lixo, que por sua vez, acaba sendo descartado de maneira inadequada. 
          Diariamente, pessoas acabam consumindo produtos de maneira abundante, muitas vezes objetos supérfluos, que são adquiridos por conta do vício de se consumir. Esses artefatos acabam produzindo uma grande porção de lixos, que na maioria das vezes poderiam ser reutilizados, o problema é que esses resíduos não são separados devidamente para serem reciclados, isso quando não ocorre esse descarte diretamente em ruas e calçadas, onde acabam indo para rios e oceanos. 
          Outro fato que também vem se tornando preocupante é a quantidade de lixões que ainda vem sendo utilizado no país. Esses vazadores a céu aberto impactam cada vez mais a qualidade de vida de milhões de brasileiros, além de exalar mau cheiro, doenças e ser área de crianção de insetos e roedores, há também a produção do chorume, que acaba contaminando o solo e o lençol freático. Existem leis que demandam o fechamento de lixões e a criação de aterros sanitários, onde o lixo é depositado em solos impermeabilizados, sem risco de contaminação, porém essas leis não são exercidas com prioridade e os prazos para a interdição são sempre prorrogados.      
          Diante disse, é notável que precisa ser implantado com urgência meios que possam atenuar esse problema global que é o lixo, para isso é necessário que acima de tudo o Governo Federal junto com empresas privatizadas criem propagandas midiáticas e palestras em escolas, onde a população possa ver a realidade mais de perto e assim se conscientizar em fazer sua parte na reciclagem e descarte sustentável. Além disso, é responsabilidade das prefeituras municipais o tratamento correto do lixo, portanto cabem a eles a cumprir leis com responsabilidade e a fechar o quanto antes os lixões, implantando aterros sanitários na região para que assim, cada vez menos, a população seja afetada por esses fétidos lixões apregoados.