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    É incontrovertível, que o lixo é um dos maiores problemas ambientais em âmbito mundial. Não obstante, observa-se que, no Brasil, a quantidade de resíduos sólidos despejados pela população é preocupante e acarreta prejuízos seja ao meio ambiente, seja na saúde dos seres vivos. Nesse contexto, torna-se necessário analisar e intervir nas principais causas do problema. 
        Em primeira análise, é necessário constatar que as ações estatais falha na criação de sistemas adequados para destinação do lixo. Segundo dados da ABREPE (Associação Brasileira de Empresas de Limpeza Pública) 60,5% dos municípios acumula resíduos de forma inapropriada. Com efeito, ocasiona inúmeras objeções ao meio ambiente e a comunidade, como contaminação do solo e lençóis freáticos, além de causar enchentes e estragar a paisagem. Assim, atos pensados mostram-se contraproducentes de caráter ofensivo e inercial, demostrando a fragilidade das políticas públicas assistenciais. 
        Outrossim, o lixo não é um problema somente ambiental, mas também de saúde e qualidade de vida. Dessa forma, o problema de resíduos a céu aberto, desenvolve riscos irreversíveis à saúde dos seres vivos, como doenças disseminadas por insetos hospedeiros, produtos tóxicos degradantes as pessoas e meio ambiente. Conforme um estudo da OMS (Organização Mundial da Saúde), cerca de 1,7 milhões de crianças morrem por ano decorrente da poluição ambiental. Logo, é imprescindível intervenção Estatal e social para romper com a caótica realidade. 
         Portanto, medidas são necessárias para resolver o impasse. O governo em parceria com a ABREPE, deve instituí um sistema adequado de destinação do lixo, como aterros sanitários e com a devida separação dos resíduos feito por empresas ou pela própria ação social da população. Paralelamente por meio do MEC (Ministério da Educação) desenvolva campanhas ministradas por professores e pedagogos a fim de desenvolver atitudes e ações de sustentabilidade e diminuição do impacto ambiental.