Lixo e cidadania: “Pensar globalmente, agir localmente”.

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    Ao analisar o tema do lixo, vê - se que ela vem se tornando uma problemática de cunho mundial, acarretando na questão da preservação do meio ambiente, podendo gerar danos irreversíveis, como a poluição de leitos de água, lençóis freáticos, proliferação de pragas nocivas a saúde publica, e infestações de doenças para a população. E isso precisa ser resolvido.
                 Nesse contexto, apesar dessa questão atual ser tão repercutida, poucas ações são executadas e fato, e isso é notório, pois, segundo dados do IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística), 75% de todo o lixo gerado no Brasil tem como destino os dejetos a céu aberto. Fator grave que precisa ser levado em consideração, visto que doenças infecto - contagiosas e parasitárias se proliferam no lixo, tornando - se uma área de contaminação, que pode agravar problemas de saúde pública.
                      Além disso, boa parte da população se mostra despreocupada com a produção desenfreada de lixo, e com o destino de seu descarte, uma vez que a política de reciclagem não está habituada à nossa cultura. Por isso, o descarte incorreto do lixo também se torna um dos fatores do acúmulo, visto que, alguns desses objetos poderiam ser reciclados e até mesmo reutilizados, adotando - se a política dos 3R's (Reduzir, reutilizar e reciclar), para que de alguma forma o problema do lixo em excesso possa ser amenizado.
                Por fim, como disse o diretor da fundação "Greenpeace", Paul Watson, "Inteligência é a habilidade das espécies para viver em harmonia com o meio ambiente". Apesar dessa inteligência ter colaborado para a nossa sobrevivência por milênios, hoje ela está destruindo o meio ambiente e comprometerá o nosso futuro se não for contido. Segundo o IBGE, são aproximadamente 88 milhões de toneladas anuais de lixo produzido, sendo boa parte destinada a lixões a céu aberto, causando poluição do solo, água, ar e visual. Dessa forma, somente a conscientização populacional levaria a mudança de hábito para o descarte correto de lixo, e a redução de consumo. Logo, o governo deve investir a construção de aterros sanitários biologicamente corretos para a preservação do meio ambiente e na melhora da coleta seletiva e lixo. Outrossim, a Vigilância Sanitária deve monitorar o descarte de produtores de lixo tóxico como industrias e hospitais, e aplicar penas severas caso agridam o meio ambiente e a saúde pública. Assim, as políticas públicas de resíduos sólidos serão efizaces.