Lixo e cidadania: “Pensar globalmente, agir localmente”.

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    De acordo com Sartre, filósofo francês, o ser humano é livre e responsável; cabe a ele escolher seu modo de agir. Portanto, com o desenvolvimento urbano, vem também o lixo, ao qual o ser humano é responsável. No século XXI, a preocupação com a gestão de resíduos na sociedade brasileira, necessária para a melhoria da saúde pública, reflete essa realidade.  
              No que concerne a problemática, os resíduos produzidos no Brasil não são descartados de forma correta, trazendo grandes problemas, como mares, rios e lugares públicos poluídos. Atitudes erronias são comuns a população, como deixar seus dejetos nas ruas, praças, lixões arranjados. Também hospitais e empresas não investem em manejo de seus descartes, deixando-os na cidade e próximos a litorais, contribuindo para o surgimento de doenças e contaminações hospitalares.
            Outrossim, devido a ineficiência da Lei Nacional dos Resíduos Sólidos de 2014, o fim indevido para esse meio continuará persistindo no Brasil, pois o Ministério do Meio Ambiente estima que ainda 70% dos lixões à céu aberto continuam atuantes no país. Além disso, devido à ausência de investimentos para os aterros sanitários, por parte do poder público, a liberação de compostos tóxicos e a contaminação da água continuarão sendo vivenciado no atual cenário brasileiro.
         Diante do exposto, para obter condições satisfatórias no seguimento social e ambiental nos centros urbanos e, especialmente, nas grandes cidades é preciso que haja uma intervenção efetiva do poder público. Dessa forma, as esferas do poder (município, estado e união) têm a incumbência de designar e implantar ações que possam agregar melhorias de vida para a população.  Sua atuação fica vinculada à criação de manejo de um sistema de transporte coletivo que funcione, projetos de saneamento básico, monitoramentos dos níveis de poluição e coleta do lixo.