Lixo e cidadania: “Pensar globalmente, agir localmente”.

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    Com a Revolução Industrial do século XVIII e o início do capitalismo, o estilo de vida de muitas pessoas foi alterado. O lixo que até então era composto basicamente por matéria orgânica, já que a alimentação dessas pessoas se dava por meios pecuários e agrícolas, tornou-se algo preocupante após esse período. No entanto, 3 séculos se passaram e ainda hoje o lixo é um grande problema mundial. Isso acontece devido principalmente ao consumismo exacerbado da população e a negligência governamental para com as políticas públicas do lixo.
       A lei n° 12.305, instituída em 2010, garante o fim do manejo inadequado de resíduos sólidos com a proposta de incentivo ao consumo sustentável e extinção dos lixões. Todavia, segundo o site do G1, além do governo brasileiro não ter aumentado o número de aterros sanitários, ainda possuem mais de 3 mil lixões no país, local totalmente despreparado para o descarte do lixo. Tendo como consequências a proliferação de doenças e contaminação do solo.
       Além disso, a falta de conscientização de grande parcela da sociedade é perceptível haja vista a quantidade de lixo que é jogada todos os dias nas ruas e em lotes vagos. Sendo a causa de diversos problemas urbanos, bem como o entupimento de boeiros e alagamentos nas cidades, podendo chegar até os rios e mares. Segundo o Ministério do Meio Ambiente (MMA), recentemente foi encontrado cerca de 100 milhões de resíduos plásticos no oceano pacífico, responsável anualmente pela morte de mais de 1 milhão de aves e mamíferos marinhos.
       Diante dessas condições, medidas são necessárias para resolver o impasse. Assim sendo, é preciso que o Governo Federal junto ao Poder Executivo de cada estado, acabem com os lixões e transforme-os em aterros sanitários, por meio da retirada dos resíduos presentes nesses locais e preparação do terreno para o descarte futuro de lixo, a fim de recuperar o solo contaminado e evitar que este polua novamente, além de caber também aos responsáveis a fiscalização desse projeto. Ademais, a mídia - esta como difusora de informações - junto ao Ministério das Comunicações (MCTIC), devem alertar as pessoas sobre a importância de reduzir, reciclar e reutilizar, por intermédio de campanhas nas televisões, para que conscientizem e dar-se-á o fim da problemática.