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    Nos últimos anos observa-se um aumento na dificuldade de manter a qualidade de vida da população mundial, que vem enfrentando problemas ambientais graves e de difícil solução. Embora algumas atitudes de manutenção dessa qualidade de vida dependam do poder público, na maioria das vezes há descuido por parte das pessoas,que, em geral omitem sua responsabilidade sobre a degradação ambiental. A falta de interesse ou responsabilização se dá, em grande parte, em decorrência da falta de envolvimento com a gestão do meio ambiente, mas principalmente da desinformação.
      Cabe ressaltar que,segundo José Saramago, a sociedade tende a retardar pensamentos sobre situações que julgam ser a longo prazo. Sob essa ótica, é comum a atuação desmedida sobre a natureza por parte de empresas, que não fazem uso da sustentabilidade, bem como da própria população, que normaliza atos como jogar lixo no chão, por avaliarem que não haverá consequência instantânea. Entretanto, um desastre ambiental pode causar prejuízos danosos e de difícil controle, como o rompimento, em 2015, da barragem da mineradora Samarco, em Minas Gerais. Nessa circunstância, além da contaminação da água, houveram mortes e destruição de habitações, que obrigou a mudança brusca dos moradores, alterando o estilo de vida.
       Portanto, a necessidade criar mecanismos para a preservação ambiental. Para tanto, cabe a Organização das Nações Unidas (ONU) unir as nações do mundo a fim de criar meios para um desenvolvimento econômico. Para tanto (Use sinônimos) é dever dos gestores de cada país buscar a diversificação da matriz energética por meio de fontes de energia renováveis que se adaptem ao território de cada país, citando o caso do Brasil, que por ser um país tropical possui grande potencial para a produção de energia solar. Desse modo o homem poderá enfim prosseguir seu desenvolvimento, melhorando sua relação com a natureza.