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    Costumamos usar a palavra lixo como sinônimo para tudo que não presta, não tem serventia. Esta ideia do lixo, faz com que as pessoas, de um modo geral queiram se livrar, a qualquer custo daquilo que não lhe serve mais, não importando se para isso vão poluir as ruas, as cidades, os rios, as nascentes, etc.
     Todos os dias, toneladas de lixo são produzidas e despejadas em postos de coleta, mas cerca de 25% desse entulho acaba indo para locais impróprios como lixões a céu aberto, aumentando problemas sociais e ambientais, e tornando inviável a longo prazo o estilo de vida consumista adotado pela maior parte da sociedade.
     A relação entre lixo e cidadania tem início nas atitudes mais básicas e o ponto de partida é uma frase clichê, mas, que pelo fato de ser clichê, não deixa de ser importante: “Não jogue lixo no chão”. Jogar lixo no chão é um dos maiores sinais de falta de educação que pode demonstrar um ser humano. Se a pessoa não cuida do lixo em um ambiente público e não se constrange em ser tachado como mal educado arremessando guimbas de cigarro e latas de cerveja das janelas de veículos, jogando papel de bala e cuspindo goma de mascar no chão, será que ela se preocupa em cuidar do lixo em sua própria casa? Será que se preocupa com o impacto de suas atitudes no meio ambiente e na sociedade?
     Esse entulho diário precisa invariavelmente seguir um ciclo eficaz de coleta adequada, reciclagem e processamento para que não apenas a atual geração como também as futuras gerações possam apreciar os confortos propiciados pela tecnologia. Pessoas necessitam de uma mínima capacidade intelectual para entender que precisam organizar os lixos em diferentes tipos de lixeiras, sendo elas, plástico, vidro, papel, orgânica.