Lixo e cidadania: “Pensar globalmente, agir localmente”.

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    Na sociedade pós-industrial é notório que, com o passar dos anos a população cresça e com isso o descarte de lixo brasileiro aumente exponencialmente e sem controle. Nesse âmbito, a problemática desenvolve-se, uma vez que não só falta  descarte de resíduos adequado, mas também conscientização da sociedade frente ao mau uso dos detritos.
          É pertinente elencar que o descarte adequado de resíduos é primordial para o desenvolvimento da nação. Segundo os dados da Organização das Nações Unidas(ONU), o Japão é um dos países com o maior proveito de detritos do mundo, pois parte desse lixo é usado para a geração de energia através de biodigestores que transforma o metano(CH4) em potencial elétrico. Logo, percebe-se que, tal prática gera benefícios ao país, visto que, o Japão é atualmente a terceira maior economia do mundo, de acordo com o Jornal Estadão.
          Contudo, a sociedade caminha lentamente para a resolução desse impasse. A falta de conscientização está presente nas escolas, casas e empresas, visto que diariamente pessoas jogam na rua papel de bala, cigarros, plástico e garrafas. Além disso, de acordo com o Instituto De Geografia E Estatística  (IBGE), mais de 80% da população brasileira  desconhece que no dia 5 de junho é comemorado o dia mundial Do Meio Ambiente.
          Evidencia-se, portanto, que medidas são necessárias para controlar o excesso de lixo gerado no Brasil. Desse modo, é imprescindível que, o Ministério Do Meio Ambiente, junto aos Municípios, instale nas cidades biodigestores, a fim de degradar os resíduos totalmente. Ademais, é papel das ONG's, em conjunto com as famílias, criar nos bairros palestras, banners e panfletos, com o objetivo de levar conhecimento a sociedade a respeito do descarte inadequado do lixo. Outras medidas devem ser tomadas, mas como dizia Oscar Wilde:''o primeiro passo é o mais importante na evolução de um homem ou nação''