Lixo e cidadania: “Pensar globalmente, agir localmente”.

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    Raízes da Revolução Industrial 
       Desde o século XVIII, com a Revolução Industrial, a população passa por um momento exacerbado do consumo e degradação da natureza. Dessa forma, infelizmente, cada vez mais lixo é produzido pela sociedade do espetáculo. Isso se evidencia pela compra desenfreada do capitalismo, como também pelas poucas práticas conscientizadoras. 
       Nesse sentido, segundo o sociólogo Karl Marx, cria-se o “fetiche” pela mercadoria, a felicidade é encontrada por meio da compra do produto. Por conseguinte, a sociedade do espetáculo visa apenas o consumo, as pessoas tentam preencher vazios por intermédio da compra do produto. Consequentemente, o capitalismo gera uma grande quantidade de resíduos sólidos que, caso não sejam descartados corretamente, ocasionarão a emissão de gases estufas ao planeta.
        Ademais, segundo o jornal G1, apenas 3% do lixo brasileiro é reciclado. Porquanto, isso evidencia que práticas conscientizadoras envolvendo a escola e a família precisam ser criadas. Outrossim, a indústria também é uma grande produtora de lixo. A cidade de SP, um dos maiores polos comerciais do país, produz toneladas de lixo ao mês, sendo assim, intervenções são necessárias, como Paul Watson, coofundador da Greenpeace, dizia que a inteligência é a habilidade das espécies de viver em harmonia com o ambiente. 
        Entende-se que, medidas são necessárias, portanto, para minimizar os efeitos produzidos pela sociedade do espetáculo. É dever da escola juntamente com a família realizarem feiras com o tema "consumo consciente”, dinâmicas de grupo e dramatizações com o intuito de conscientizar as crianças sobre o impacto do lixo mal descartado para que essas crianças cresçam sabendo do seu papel como cidadão. É dever do Estado fiscalizar indústrias com a intenção de aplicar multas caso o compromisso com o ambiente seja descumprido. Só assim será possível arrancar fora as raízes da Revolução Industrial.