Lixo e cidadania: “Pensar globalmente, agir localmente”.

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    O contexto histórico da Revolução Industrial trouxe um enorme desenvolvimento para o mundo, denominado globalização. Esse processo tornou os indivíduos cada vez mais consumistas, gerando uma enorme quantidade de lixos descartados.
           Devido a globalização, a busca dos indivíduos em se manterem ativos no consumo de utensílios modernos, gera um elevado índice de produção de lixos, e a falta de percepção da população sobre o descarte adequado desses resíduos, concebe enormes consequências para o ambiente em que transitam. O tratamento apropriado para o descarte desse lixo, têm se mostrado ausente.
           O maior obstáculo enfrentado no armazenamento desses resíduos, é a falta de um local que  os descarte ou recicle adequadamente. Não há um investimento em melhores condições de tratamento do lixo, acarretando diversos problemas ambientais que são prejudiciais a saúde da própria população. Uma pesquisa realizada pelo Sistema Nacional de Informação sobre Saneamento (SNIS), declara que 41,6% do lixo, tem destino inadequado.
         Mediante os argumentos supracitados,medidas são necessárias para resolver esse impasse. É necessário a conscientização da população sobre o descarte adequado do lixo,visando não prejudicar o espaço ambiental. Some-se a isso, a intervenção do Estado junto ao Ministério da Saúde contribuindo financeiramente com investimentos para construção de locais que tenham como objetivo separar e descartar os resíduos da população de forma consciente. A Mídia deve lançar campanhas induzindo a população de separar o lixo doméstico e eletrônico, facilitando a reciclagem desses materiais que podem ser utilizados de diversas maneiras. É primordial o investimento na educação, capacitando professores com o intuito de lançarem projetos orientando crianças e jovens estudantes sobre a importância da valorização do meio ambiente,pois como dizia Imannuel Kant "O ser humano não é nada além daquilo que a educação faz dele".