Lixo e cidadania: “Pensar globalmente, agir localmente”.

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    O modo com que o homem evoluiu desde o começo das práticas mercantilistas, tornou o próprio como o principal causador da depredação ambiental e destruidor do meio em que extraí tudo o que gera. Isso se deve ao consumo irresponsável e descontrolado, gerando cada vez mais lixo.
      Ser cidadão é ter a noção de que o espaço em que está presente, pertence por direito a ele, porém, tornamos o nosso espaço em nada ao fazer dele um local para despejar nosso consumo. A maneira como é visto esta ação, passou a ser algo normal, virou rotina ver alguém jogando um papel, lata de refrigerante, plásticos no chão das grandes metrópoles. O lixo é o câncer que a cidade procura a cura.
        Um estudo divulgado pela ONU, constatou que países desenvolvidos são responsáveis por 56% do desperdício de alimentos. Os dados comprovam que o consumo exagerado é reflexo de um passado sem ideologias futuras. A forma como o lixo é tratado também é um reflexo do passado, métodos de tratamento arcaicos, seja de lixo ou esgoto. O desenvolvimento de novas formas de tratamento, parecem estar estagnadas pela falta de esperança.
         Desse modo, abre-se um leque de alternativas a para intervir nesse modo de vida. A debate deve se encaminha para além do nosso conforto, além de Leis já existentes e multas, o assunto deve mexer com a privacidade, o incomodo gera mudança. Divulgação mais severa do caso, mais realidade e menos ilusão. A marca que estiver oferecendo seu produto, junto dele tem que expor as consequências que a sua eliminação no meio ambiente tem. A natureza chora com a falta de amor.