Lixo e cidadania: “Pensar globalmente, agir localmente”.

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    No final do ano de 2014, vigorou o Plano Nacional de Resíduos Sólidos como uma forma de incentivar a reciclagem de todo tipo de lixo. A partir dessa perspectiva, o G1.com informou que apenas 3% do conjunto de detritos produzidos no Brasil é reciclado, mas também, 30% poderia ser reaproveitado, logo, explicaremos alguns meios para o controle do excesso de lixo gerado. Sendo assim, faz-se necessária uma discussão crítica a fim de se propor medidas concretas a amenizarem tal problemática.
          Visto que o governo implementou esse planejamento, algumas medidas como o uso de sacolas feitas de matéria prima renovável (as quais são menos prejudiciais ao ambiente) e a implantação de programas de reciclagem foram sucedidas. Ademais, uma das causas para utilizar desses meios satisfatórios foi a excessiva tonelada de lixo - que representa 76 milhões - jogada pelos brasileiros. Logo, além de trabalhar para um fator conveniente, é preciso haver o desenvolvimento da reciclagem.
       Por conseguinte, os efeitos provocados decorrentes dessa incrementação são a regulamentação do sistema de separação de resíduos, a baixa insalubridade diante do meio ambiente e a reparação dos malefícios e benefícios. Dessa forma, o lixo, a longo prazo, não impactaria negativamente o ecossistema de diversas formas, por exemplo, o solo, a água e o ar. Contudo, essa Política Nacional de Resíduos Sólidos destinaria às cidades um recurso melhor para a gestão de impurezas.
        Em decorrência disso, cabe ao terceiro setor - composto por associações que buscam se organizar para conseguir melhorias na sociedade - fiscalizar os supermercados, por meio de técnicos contratados pelo governo, com a intenção de incentivar o consumidor à obtenção de sacolas sustentáveis. Além dessa proposta, também, é eficaz apresentar bastantes oportunidades aos municípios e cidades, por meio de projetos, para assegurar um impacto positivo. Resta saber se, de fato, haverá vontade, não só política, mas também participação social para que o excesso de lixo seja consideravelmente controlado pela população.