Lixo e cidadania: “Pensar globalmente, agir localmente”.

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    O ser humano, diferente das outras espécies de seres vivos, produz uma quantidade de resíduos elevada. Logo, a preservação do ambiente depende principalmente da colaboração desse indivíduo . Entretanto, o descarte do lixo de maneira incorreta pela população é uma realidade existente e problemática. 
      Entre tantos motivadores, há um que é mais relevante sobre esse problema: Falta incentivo para que as pessoas deem o destino adequado aos seus detritos. Por exemplo, enquanto nas cidades mais desenvolvidas como São paulo possuem empresas que recolhem o lixo através da coleta seletiva, na maioria das regiões menores esse sistema é precário ou inexistente. A falta desse serviço desestimula a consciência ambiental.             Como consequência, compromete-se a integridade da natureza. Quando o lixo entra em contato com o meio ambiente, dependendo do que seja ( compostos orgânicos e inorgânicos) este pode contaminar o solo com metais pesados, eutrofizar os recursos hídricos causando a morte da vida aquática assim como também pode tornar inviável o consumo dessas fontes pelo ser humano. Decorrências que atingem diretamente toda a vida terrestre. 
      Portanto, entende-se que é preciso garantir a população meios adequados para o descarte de seus detritos. Para tanto, as prefeituras devem garantir a coleta seletiva, aprimorando seus sistemas de gerenciamento de lixo ou fazendo parcerias com empresas privadas. É importante também que, os governos locais incentivem todos a adotar lixe-iras em frente das fachadas de suas respectivas casas e empresas. Dessa forma, a sociedade estará sendo estimulada à preservar as condições do planeta para as gerações futuras.