Lixo e cidadania: “Pensar globalmente, agir localmente”.

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    Uma lição de Gandhi
      O crescimento populacional em conjunto com o aumento do consumo,contribuem para o excesso de resíduos nas cidades.Dessa forma,a falta de conscientização e de um descarte eficiente acarreta a poluição ambiental global. Logo,é crucial compreender os aspectos que levam a esse cenário afim de alcançar soluções.
        Em primeiro lugar,é preciso destacar o mau costume de uma parcela da população que ainda se mantêm.No Brasil imperial,moradores lançavam nas ruas dejetos e detritos domésticos.Nesse sentido,apesar de tal prática tornar-se incomum,muitos indivíduos ainda liberam lixo no chão de espaços públicos, em virtude do hábito passado por gerações.Com isso,há contaminação das cidades, o que colabora com a falta de gestão eficiente do governo em relação ao destino de resíduos.
        É fundamental pontuar,ainda,acerca da ausência de eficácia das medidas do Estado.A não implementação de leis estabelecidas, que visam o direcionamento controlado do lixo urbano,persiste.Sendo assim,lixões a céu aberto, que colaboram para a perda da fauna e flora local, além de contribuírem para a proliferação de doenças, continuam sendo uma realidade brasileira.Prova disso,é a lei que estabelecia a erradicação de tais ambientes até 2014,porém 60% das prefeituras não cumpriram com a determinação da Política Nacional de Resíduos Sólidos.
        Torna-se evidente,portanto,os elementos que colaboram para o atual quadro negativo do país relação ao lixo.Cabe a escola através de debates, mostrar aos alunos a importância de exercer a cidadania.É imprescindível,também,que a mídia por meio de campanhas, conscientize a população acerca dos efeitos de jogar lixo nas ruas, a fim de preservar o ambiente.É válido,inclusive,que o Governo Federal elimine os lixões existentes em escala nacional, através de uma ação planejada e fiscalizada. Assim,gradativamente,a frase de Mahatma Gandhi fará sentido: "O futuro dependerá daquilo que fazemos no presente."