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    Logo após a chegada da corte portuguesa no Brasil, houve a criação do órgão Intendência de Polícia, por consequência, foi implantado um documento que proibiu o descarte de lixo em vias públicas. Porém, com o passar do tempo o despejo deste ainda continua. Sendo assim, torna-se um problema árduo enfrentado pela sociedade.
          Segundo o engenheiro ambiental Johnny Hirai, os cidadãos têm uma educação ambiental precária, tanto nas escolas quanto nas residências, dessa forma, este déficit de informação junto com o consumo exacerbado de mercadorias, e cidades com problemas de infraestrutura em relação ao manejo de detritos, favorecem a formação de lixões.
          Outro aspecto, é o fator cultural que permanece em parte da população, no qual consiste no despejo de resíduos em vias públicas pela mesma, isto acarreta no entupimento de bueiros e consequentemente enchentes, além de contribuir na disseminação de patologias. Essa questão ocorre como resultado da carência em instrução ambiental, visto que, em países como o Japão que oferecem esta metodologia, a poluição por dejetos é praticamente nula.
          Diante disso, é necessário que o MEC inclua na grade curricular das escolas a educação ambiental obrigatória, além de promover projetos sustentáveis no meio escolar abertos à população, assim os cidadãos terão contato direto com informações ambientais, dessa forma, gradativamente poderá acabar com o costume de poluir lugares públicos. Não obstante, a Receita Federal deve oferecer auxílio aos municípios, para a manutenção de infraestrutura para o despejo de lixo. Ademais, a mídia como agente influenciador deve promover campanhas de coleta seletiva.