Lixo e cidadania: “Pensar globalmente, agir localmente”.

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    Um mal remediável
         Ao longo do processo de formação do Estado brasileiro,do século XVI ao XXI,os lixos acumulados consolidou-se e permaneceu forte.Os resíduos eram vistos,de maneira mais intensa na transição entre Idade Média e contemporânea como inferior aos cuidados da sociedade.Com isso,surge a problemática do consumo de produtos incontroláveis dessa lógica excludente que persiste intrinsecamente ligada á realidade do país,seja pela forma da insuficiência de leis e pela luta leta da mentalidade social.  
        É indubitável,que a questão constitucional e sua aplicação estejam entre as causas do problema.De acordo com Aristóteles,a política deve ser utilizada de modo que,por meio da justiça,o equilíbrio seja alcançada na sociedade.De maneira análoga,é possível perceber que o Brasil,consome 100 milhões de entulhos por dia e rompe essa harmonia,haja visto que,a efetivação de multas contra o consumo exagerado de produtos que são direcionados a depósitos de lixo é um grade progresso.Desse modo,evidencia-se a importância do reforço prático da regulamentação como forma de combate à problemática   .
        Além disso,destaca-se os aparelhos eletrônicos como impulsionador de detritos no mundo,pela rápida necessidade de eliminar o velho e comprar o novo.Segundo Durkheim,o fato social é uma maneira coletiva de agir e de pensar dotada da exterioridade,generalidade e coercitividade.Seguindo essa linha de pensamento,observa-se que o acumulo de lixo pode ser encaixado na teoria do sociólogo,uma vez que,uma criança  que vive em família que não tem um consumo controlável e que não sabe organizar os entulhos da casa,tende a adotar o mesmo comportamento por conta da vivência do grupo.Assim,o fortalecimento do pensamento da exclusão dos interesses sustentáveis,transmitindo de geração a geração,funciona como forte base de agressão ambiental,agravado no Brasil.
         Entende-se portanto,que a continuidade da falta de cuidado com o lixo na contemporaneidade é fruto da fraca eficácia das leis e da permanência do consumo insano como intenso fato social.É um mal remediável,desde que o Governo Federal deva elaborar um plano de implementação de fiscalização especializada ás práticas de eliminação dos lixos na sociedade,aliado a esfera estadual e municipal do poder principalmente nas áreas que mais necessitem,além de aplicar campanhas de abrangências nacional junto ás emissoras abertas de televisão,como forma de estímulo ao consumo sustentável.Dessa forma,com base no equilíbrio proposto por Aristóteles,esse fato social será produtivamente amenizada no país.