Lixo e cidadania: “Pensar globalmente, agir localmente”.

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    Na colonização Holandesa no Nordeste do Brasil, os holandeses trouxeram muitos avanços e melhorias para a região. Uma delas, relatada no livro –” Brasil : uma biografia” foi a preocupação com o destino do lixo da província. Assim, eles não permitiam que moradores da localidade jogassem lixo nas ruas e nos rios. No entanto, no decorrer da história brasileira essa consciência com o rumo dos resíduos orgânicos e inorgânicos não prevaleceu. Nesse contexto, é imperiosa a análise sobre as principais causas desse dilema no país, que deve enfrentar a problemática de forma mais organizada pela sociedade.
                 Em primeira análise, a lógica capitalista é a grande responsável pela permanência da questão do lixo no meio ambiente. Segundo Karl Marx , na sociedade moderna há o fetiche de mercadoria, porquanto todo produto agrega poder e status. Com isso, consumir torna-se um ato vital de uma sociedade que compete por aparências. Dessa forma, o número de resíduos, sobretudo de produtos tecnológicos aumenta numa crescente.
         Em segunda análise, conforme o pensador Shopenhauer o individualismo é o sentimento que move toda ação humana. Tanto que, é possível perceber esse fato pela preferência de muitas pessoas em descartar do que doar roupas e objetos. Consequentemente, o volume de lixo nos aterros é cada vez maior e a degradação de recursos ambientais como a água, é cada vez mais afetada pela poluição. 
            Destarte a fim de reverter esse cenário, o Ministério da Educação em concomitância com o Ministério do Meio Ambiente deve realizar atividades lúdicas, palestras com especialistas, rodas de conversa, debates, feiras de ciência com o objetivo de abordar as consequências do lixo para a sociedade. Com o objetivo de despertar o censo crítico nos pais e nos estudantes sobre o destino correto do lixo , a fim de formar uma sociedade mais consciente e colaborativa.