Lixo e cidadania: “Pensar globalmente, agir localmente”.

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    O filme Wall-e da produtora Disney Pixar se passa em um cenário fictício onde o planeta terra foi completamente tomado por lixo, a ponto de ser inabitável. Apesar de ser uma história surreal, infelizmente os índices de produção de lixo por pessoa por dia crescem anualmente de forma alarmante, a ponto de serem considerados uma ameaça atual e real a fatores ambientais. 
     Certamente, com a economia mundial consumista, é comum o desperdício, muitas vezes de materiais recicláveis ou reutilizáveis. Esses são em sua maioria encaminhados para os lixões, onde não recebem o tratamento adequado para serem reaproveitados. Em Rio Preto, por exemplo, são por mês 12 mil toneladas de lixo potencialmente reciclável, porém apenas 5 mil são recuperadas e o processo poucas vezes é efetuado da forma correta.
       Por outro lado, a população está cada vez mais consciente de assuntos que abordem ecologia, e tratamento de lixo. Dessa forma, muitas famílias já adotam dentro de casa a coleta seletiva. Além disso, restaurantes e pequenos produtores utilizam dos processos de compostagem para gerar adubo natural. Todavia, essas boas ações ainda estão em índice muito baixo para fazer uma grande diferença, e devem atingir um nível mundial pra serem efetivas.
       Dessa maneira, é com extrema urgência que o Congresso nacional entre com recursos para instituir uma lei que dite que todas as escolas devem ter um projeto de educação ambiental e reciclável. Esse processo inclui estabelecer um tema transversal para ser tratado de forma interdisciplinar por alunos de todas as séries, dessa forma, desde cedo, os jovens aprenderão a importância do processo de reciclagem e devem ter a missão de perpassar esse conhecimento, além de distribuir pelo colégio e comunidade, estações de coleta seletiva.