Lixo e cidadania: “Pensar globalmente, agir localmente”.

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    Efeitos colaterais do consumismo 
    
          Abordar a realidade do excesso de lixo no Brasil é de extrema importância na atualidade. Esse fato insere uma discussão preocupante a cerca das gerações futuras, visto que a consumação desenfreada, inconsciente e a incorreta destinação desses resíduos são fatores que contribuem para esses excessos. Diante disso, cabe estabelecer a necessidade de um olhar atento, para buscar alternativas cabíveis para reduzir o a quantidade de lixo gerada pelo brasileiros. 
          Importa considerar em primeira análise a Revolução Industrial, uma vez que esta foi um fator acelerador para produção mecanicista, e um grande condutor para uma sociedade cada vez mais consumista e geradora de lixo. É verdade que dentro dessa lógica, os resíduos sem uma correta destinação, podem gerar problemas á saúde pública, poluição da água, comprometimento de recursos hídricos e poluição do ar. Em vista disso, cabe salientar que não há como acabar com o lixo, mas há maneiras de atenuar essa produção exagerada. Portanto, considera-se o excesso de dejetos gerados no Brasil um fator social alarmante, colocando em risco as gerações atuais e futuras.
          Desta forma, é fundamental uma maior intervenção do órgão público e privado em medidas tecnológicas e educacionais que amenizem uma destinação incorreta de resíduos, temos como exemplo, um aplicativo recém lançado no Brasil “CATAKI” que ligam catadores de lixos recicláveis, até pessoas que querem descartar certos produtos. Criar uma relação educacional com o meio ambiente é imprescindível, pois segundo Paulo Freire, filósofo brasileiro, a educação não muda o mundo, mas muda as pessoas que vão transformar o mundo.