Lixo e cidadania: “Pensar globalmente, agir localmente”.

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    Lixo: A consequência do consumismo exacerbado
          Desde a Revolução Industrial tem-se priorizado produtos e mercado, em detrimento de valores humanos essenciais. Por isso, um dos resultados desse acontecimento tem sido a produção intensa de resíduos, que, por sua vez, não possuem um destino adequado, sendo esses colocados em aterros sanitários, ou até mesmo jogados em rios, lagos e no mar, poluindo o meio ambiente, por negligência das autoridades.
          Sabe-se que, o lixo quando não reciclado, elimina gás metano na atmosfera, que coopera para o aumento do efeito estufa. Desnecessariamente, pois, poderiam haver mais postos de reciclagem no país, evitando essa poluição, como também, gerando empregos, e os resíduos orgânicos sendo utilizados para geração de energia, o que traria economia ao país. Contudo, não há o investimento necessário por parte das autoridades.
            Outrossim, tendo o consumismo exacerbado como uma das principais causas de sua produção, pode-se dizer que o lixo é o fruto da manipulação das massas pela mídia, incentivando o ato de comprar compulsivamente. Como exemplo, o filme Wall-e retrata um planeta Terra destruído e inabitável, devido ao consumismo, onde as pessoas precisavam morar em uma nave com péssimas condições de vida e obesas. Analogamente, vê-se que as consequências de atitudes como essa podem ser trágicas ao planeta. 
          Urge, portanto, a necessidade da sociedade aprender a reduzir, reutilizar e reciclar. É essencial que, o Ministério do Meio Ambiente, em parceria com o de Minas e Energia e empresas privadas, crie mais postos de reciclagem, e também usinas de geração de energia por meio da combustão da biomassa, através de incentivos fiscais, por exemplo, e que, o Sistema Legislativo, crie leis mais severas para propagandas que incitam o consumismo, para que assim, possamos aprender o verdadeiro significado de sustentabilidade.