Novas formas de totalitarismo na era tecnológica.

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    O autror George Owell retrata em su livro "1984" um futuro distópico em que um Estado totalitário controla e manipula toda forma de  registro histórico e contemporâneo, a fim de moldar a opinião pública a favor  dos governantes. Não muito distante da ficção,  a China planeja cirar um sistema  de vigilância parecido com o descrito por Owell. Sendo assim, essa nova forma de totalitarismo na era tecnológica deixa em análise: a manipulação e a alienação.
       Inicialmente, é evidente que, em funções das novas tecnologias, os seres humanos estão sempre dispostos a encontrar uma forma de manipular a sociedade. Nesse sentido, na China, os chineses sofrem tremendas violações de direitos, facilitadas pela tecnologia hoje a serviço do totalitarismo neocomunista. Essa conjuntura, de acordo com o contratuaista Jonh Locke, configura-se uma violação do "Contrato Social" já que o Estado não cumpre sua função de garantir a liberdade para que os cidadãos gozem de diretos seus direitos.
       Por conseguinte, presencia-se um forte poder da influência desse sistema totalitário no comportamento da sociedade. Como consequência, a alienação torna os indivíduos alheios a si próprios, tornando-se escravos de atividades ou instituições humanas, devido a questões sociais e ideológicas. Um fator importante reside na tese de Zygmunt Bauman, em que a sociedade vive atualmente um período de liberdade ilusória, pois o mundo globalizado não só possibilitou novas formas de interação com o conhecimento mas também abriu portas para a manipulação e alienação.
       Fica claro, portanto, que para combater o totalitarismo tecnológico, é preciso que a população por meio de campanhas e protestos contra o Governo, combatam o abuso do Estado no que tange a manipulação, para estabelecer uma real liberdade. Somente assim, será possível combater o totalitarismo onde a  internet está sendo usada para controlar a sociedade da mesma forma que acontece no livro "1984".