Novas formas de totalitarismo na era tecnológica.

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    A tecnologia revolucionou e progrediu o cenário mundial; frente ao aprimoramento a qual proporcionou à globalização, meios comunicativos e segurança. No entanto, a invenção de câmeras vigilantes e banco com dados pessoais configuram-se como um totalitarismo contemporâneo. Assim, o indivíduo encontra-se em constante observação o que viola o direito à privacidade.
            Por conseguinte, sob o argumento de proteção o Estado manuseia informações particulares dos cidadãos.  Todavia, a incessável vigília sem consentimento contradiz à liberdade; direito inalienável defendido pelo filósofo Montesquieu na Revolução Francesa.Desa maneira, países declarados democráticos e que praticam tais condutas são possivelmente órgãos manipuladores e dissimuladamente totalitários.
               Sob esse viés, o monitoramento acentuado possui o desígnio de analisar perfis. Desse modo, segundo George Orwell em seu livro futurista 1984, o conhecimento do comportamento e suas possíveis reações, torna-se instrumento imprescindível no marketing ao acatamento da política adotada. Como exemplo, a revolução comunista totalitária na China a qual compreendendo e reformulando as mentes infantis utilizaram-os para denunciar oposicionistas.
                 Portanto, conforme exposto anteriormente, à tecnologia é utilitária e faz-se presente. Contudo, associá-la como meio de vigilância e punição tornaria a era tecnológica regressista aos direitos humanos e à história. Desse modo, faz-se necessário a restrição de dados pessoais apenas ao indivíduo. Ademais, incentivar à leitura da literatura política contribui para a formação de pensamentos livres da influência totalitária mascarada.