Envie sua redação para correção
    O autor George Owell retrata em seu livro '1984' um futuro distópico em qual um Estado totalitário controla e manipula a sociedade contemporânea, a fim de moldar a opinião pública de acordo com as necessidades dos governantes. Da mesma maneira, a China planeja implantar um sistema de vigilância semelhante, no qual a liberdade torna-se utópica. Analogamente, os sistemas de inteligência espalhados pela rede colaboram para restringir o acesso às informações e influenciam a população que se vê presa nuam grande bolha sociocultural.
          Primeiramente, é importante destacar que, em função das novas tecnologias, os seres humanos estão cada vez mais dispostos a manipular a sociedade. Dessa forma, a China está implantando uma política onipresente chamada 'sistema de crédito social', na qual o comportamento de seus cidadãos será avaliado e pontuado numa escala de confiança do Estado. Essa circunstância, configura-se como violação do direito à liberdade garantida pela Organização da Nações Unidas (ONU), uma vez que agride os princípios básicos dos direitos humanos.
    
          Por conseguinte, é possível perceber a influência da rede de informações na vida das pessoas. Hodiernamente, são utilizados algoritmos para estabelecer padrões de comportamento somente para o que interessa a cada sujeito em particular e, assim, prosseguir uma tendência de consumo fechada aos olhos da diversidade de opções. Consequentemente, os indivíduos tornam-se escravos da rede cibernética e vivem um período de liberdade ilusória e constante alienação.
    
          Fica claro, portanto, que o totalitarismo está inserido na sociedade contemporânea de forma avançada. Desse modo, cabe ao Governo implantar campanhas publicitárias nos meios de comunicação que detalhem o funcionamento dos algoritmos e alertem os perigos da alienação moderna. É necessário, ainda, o fortalecimento de grupos de protestos contra o totalitarismo implantado no dia a dia da população, por meio de manifestações nas praças e escolas de municípios e grandes cidades. Somente assim, será possível quebrar as amarras que os governantes prendem a sociedade.