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    Com o advento da tecnologia as formas de comunicação foram facilitadas. Na contemporaneidade, a informação é transmitida em questões de segundos e o que acontece do outro lado do mundo, temos na palma das mãos. Porém, esse avanço, possibilitou maior  controle do pensamento das pessoas, deixando-as em bolhas sociais e a propagação das "Fake News". Portanto, analisa-se que apesar da tecnologia ajudar no cotidiano, ela também prejudica o desenvolvimento do pensamento crítico.
        Em primeira instância, as redes sociais permitem que informções sobre seus usuários sejam coletadas. Com essas informações algoritmos montam um perfil, onde só é mostrado para a pessoa aquilo que ela gosta. Desta forma, essa pessoa é posta em uma bolha, onde há outras iguais a ela e, como ela está em sua zona de conforto, não deseja saber outras opiniões. Logo, o pensamento crítico dessa pessoa será limitado e ela não conseguirá distinguir o certo do errado.
        Além disso, as famosas "Fake News", usadas geralmente no ramo da política,  são espalhas com mais facilidade. Capaz de mudar totalmente o rumo de uma eleição, essas notícias espalham informações falsas, para manipular as pessoas, fazendo-as acreditar e defender o oposto do que elas acreditam. Juntando com as bolhas sociais, essas duas formas de manipulação conseguem manipular a população, colocando o povo contra ele mesmo, dando assim menos trabalho para os políticos. Consequentemente, o caminho que um país pode seguir pode estar nas mãos de uma única pessoa ou grupo, fazendo as pessoas tomarem decisões sem saber que estão sendo controladas. 
           Infere-se, em suma, que apesar da tecnologia estar avançando cada vez mais e sendo aperfeiçoada, mas isso apesar de contribuir para a sociedade, também é a causa de muitos males. Assim, o Ministério da Educação deve promover palestras de conscientização nas escolas para que os novos integrantes da sociedade possam desenvolver o senso crítico e perceber que a manipulação existe e deve ser evitada.