Novas formas de totalitarismo na era tecnológica.

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    Funcionando como a primeira Lei de Newton, a lei da inércia, a qual afirma que um corpo tende a permanecer em seu movimento até que uma força atue sobre ele mudando-o de percurso, o totalitarismo se adaptou às novas formas de tecnologia, utilizando-se delas. Diante disso, ao invés de funcionar como a força suficiente capaz de mudar o percurso deste problema, da permanência para a extinção, a combinação de fatores políticos e sociais só contribuem com a situação atual.
        Desde o século passado, pensadores já haviam evidenciado uma notável preocupação diante da rápida expansão tecnológica, tal como Aldous Hurley, que temia a falta de razões para ler, pois, ninguém se interessaria pela leitura; pensamento esse que se concretiza hodiernamente cada vez mais na sociedade, em contrapartida a leitura há meios mais " fáceis e divertidos " de entretenimento na sociedade, que a cada dia acumulam mais seguidores. Com isso, essa situação do totalitarismo na internet e afins permanecerá até que uma força suficiente traga a mudança deste percurso.
         As formas como a sociedade atual se permite ser influenciada e "comandada" (de certa forma) nas redes e meios tecnológicos é retratada na ficção, como na série britânica Black Mirror que é voltada para o universo tecnológico e seus possíveis resultados num futuro não tão distante, resultando em uma amostra da virada tecnológica, no qual a sociedade se converteu em mal-estar psíquico, crime, ódio e anomia. Em relação, Gandhi dirigiu uma frase que se encaixa muito na atual situação descrita: " Aquilo que se faz no presente, determina o futuro ", traz consigo uma preocupação e atenção diante dos diversos aspectos praticados no presente, para um bom resultado no futuro.
        Diante de todos os fatos citados, fica evidente a necessidade de uma tomada de medidas que realizem a mudança do percurso deste problema, como descrito por Newton. Assim, é de fundamental importância que a ONU atue em conjunto a todos os países-membros e de redes sociais como Facebook e Instagram, por meio de engajamento dessas mídias a ação de melhor uso dos meios sociais, com uso equilibrado e em conjunto um " temporizador " de uso, ajudando a população a se policiar ao tempo que estão ativos nas redes e como consequência driblando o totalitarismo das mesmas. Só assim, todo o percurso deste problema dará outro rumo: da permanência para a extinção.