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    Segundo o filósofo Émile Durkheim, a sociedade pode ser comparada com um corpo biológico, onde a estabilidade é dada pelo equilíbrio das partes que o compõem. Com base nessa conceituação, pode-se inferir que, tal equilíbrio é rompido com as novas formas de totalitarismo presentes na era tecnológica vigente. Desse modo, nota-se um explícito cenário em que a realidade é diretamente afetada por meios cibernéticos, contribuindo para manipulação e influência comportamental do público.
        Em primeiro plano, vale ressaltar o contexto mundial da internet. Criada com a finalidade de facilitar comunicações laboratoriais, hoje a mesma é tida como principal meio comunicativo, e de forte âmbito comercial. Como conseguinte de tal crescimento, métodos e algoritmos estratégicos são implementados, a fim de induzir e manipular os usuários de tecnologia. Assim, configurando um dogmático mecanismo, no qual há o comprometimento da privacidade do cidadão.
        Em segundo plano, é conveniente evidenciar a negligência por parte das estruturas governamentais, referente à presença de sistemas opressivos na era "high-tech". Assegurados por lei, o uso de operações de captação de interesses e mecanismos de indução, concedem a consolidação do totalitarismo virtual no cotidiano da massa. Tal ideia pode ser compreendida pelo filósofo Bauman, onde a cegueira moral permite que problemáticas como essa, sejam banalizadas em uma sociedade. 
        Torna-se indubitável, portanto, analisar o panorama, a fim de mitigar os impactos conseguintes. Para isso, cabe ao Governo Federal, em figura de poder Legislativo, criminalizar com rigidez empresas e estruturas virtuais, das quais descumpram com a privacidade do usuário de tecnologia. Além disso, cabe ao Ministério da comunicação em parceria com a Anatel, criar algoritmos de fiscalização potencial, com finalidade de auxiliar o cumprimento das penalidades elaboradas pelo Legislatório na constituição.
    Desse modo, será possivel alcançar a estabilidade no corpo social em voga.
    
    
    
    
    
    
    
    
    
    
    
    Para isso, cabe Ministério da comunicação em parceria com a Anatel, criar medidas das quais fiscalizem de forma mais eficaz