Novas formas de totalitarismo na era tecnológica.

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    Segundo a Declaração Universal dos Direitos Humanos, é garantido à liberdade de expressão e ao bem-estar social. Entretanto, os regimes totalitários impossibilita que a população desfrute desse direito na prática. Nesse sentido, convém a análise das principais consequências de tal postura para a sociedade.
       Inicialmente, vale ressaltar o passado histórico da humanidade, no qual o nazismo foi marcado pelo uso estratégico de comunicação, ou seja, o controle das massas. De acordo com Adorno e Horkheimer, a indústria cultural aliena e manipula ideologias. Sob tal ótica, apesar da mídia possuir pontos positivos, ela também possui os negativos, como o risco de impactos sobre a democracia, ou seja, uma arma silenciosa que já foi usada no passado e ainda é.
       Além disso, ferramentas de manipulação diverge dos Direitos Humanos, pois é uma falsa liberdade de escolha. Conforme o IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística), cerca de 85% dos jovens entre 18 a 24 anos possuem acesso à internet. Porquanto, mecanismos como os algoritmos, que visam manipular o comportamento afetam em grande escola os jovens. Logo, o grande volume de informações direcionados à massificação de valores proporciona riscos individuais e coletivos.
       Fica evidente, portanto, a necessidade de medidas para resolver esse impasse. Dessa forma, o MEC (Ministério da Educação) deve integrar maior carga horária na grade curricular de sociologia e história os impactos proporcionados por medidas totalitárias, por meio de cartilhas e palestras com sociólogos que incentive a autonomia de escolha e senso crítico, a fim de que a futura geração não seja massificada. Ademais, cabe ao poder legislativo criar um projeto de lei que criminalize o uso da mídia para meios de divulgação ideológicas. Assim, a ação conjunta entre instituição e poder público garantirá um verdadeiro Estado democrático de direito e evitará que novos governos fascistas se reergam.