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    No que se refere à questão do abuso de álcool entre os brasileiros, pode-se afirmar que esta vem se tornando de grande preocupação nacional, tendo em vista que não só há um aumento de riscos de mortalidade e dependência, como também os malefícios trazidos por sua excessiva ingestão. Nesse sentido, convém analisar causas, consequências e possível solução do impasse.
          Inicialmente, pode-se entender que o uso do álcool está associado à ideia de felicidade, seja ela passada por uma propaganda de marketing ou por influências de convívio. Tal persuasão ao consumo promove uma disposição à prática da utilização precoce entre os jovens, podendo levar aos casos severos de morte e necessidade compulsiva. De acordo com dados da Organização Mundial da Saúde (OMS), o número de óbitos pelo consumo do álcool corresponde a 5,9% do total nos índices de mortalidade no Brasil. Sob esse aspecto, é inadmissível tal negligenciamento do governo para com a indução feita pelas estratégias de mercado.
          Ademais, vale também ressaltar que, por mais comum que seja seu uso, o álcool é uma substância tóxica que, se consumida em excesso, como é a tônica do tema, pode gerar inúmeros prejuízos à saúde do corpo humano, exemplificando: cirrose, aumento nos níveis de colesterol e por consequente elevação do risco de doenças cardiovasculares, hepatite, câncer, entre outros. A partir dessa visão, é possível notar o quão nocivo é apenas uma "escorregada no final de semana".
          Dessa forma, cabe ao governo, em consonância com as escolas, informar à população por meio de campanhas publicitárias e palestras educativas à respeito do álcool excessivo e seu efeito deletério no organismo. Somado a isso, é dever, também, do governo minimizar o número de propagandas que associe a ingestão da substância com o  bem-estar, isto por intermédio de uma legislação mais rígida acerca do tema. Espera-se, com isso, uma relevante redução nos atuais índices de consumo.