O abuso de álcool na sociedade brasileira

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    Lei Seca. Venda proibida de bebidas alcoólicas para menores. Lei Antiálcool. É indubitável constatar que tais medidas legislativas trouxeram positivas mudanças no quadro brasileiro atual. Contudo, essas não solucionaram o problema relacionado ao alcoolismo na sociedade do século XXI. Nesse sentido, a necessidade do controle sobre o consumo desse em excesso é indispensável. Visto que, essa óptica implica em sérias doenças e/ou morte e também, acentuação da violência em determinados contextos.   De acordo com a Organização Mundial da Saúde (OMS), a ingestão de álcool é a principal causa de morte em homens entre 15 e 59 anos. Além disso, é responsável também por mais de 60 tipos de enfermidades como a cirrose, epilepsia... Nessa lógica, a ideia reproduzida por propagandas midiáticas que incentivam a compra de bebidas do gênero confrontam a preocupação oriunda ao embate. Uma vez que, o efeito satisfatório ilusório vinculado a publicidade, pode tornar-se fruto de calamidades. Faz-se imprescindível, portanto, a dissolução dessa conjuntura.                                                                         Outrossim, é válido ressaltar que, conforme dados presentes em ocorrências policias, a proibição da deglutição de líquidos etílicos, nos estádios brasileiros, resultou em uma queda de 75% dos casos de violência entre as torcidas. De maneira análoga, a adversidade vai de encontro a estatística. Dado que, se todos os cidadãos respeitassem e aceitasse a difusão dessa norma em todos os ambientes de jogos esportivos, a sociedade entraria em profundo equilíbrio. Com base nisso, o descontrole é prejudicial à ordem social e, por conseguinte, torna-se contestável.                                                                                 Em suma, são necessárias medidas que atenuem os obstáculos.Logo, a fim de tornar evidentes os malefícios provindos do exagero alcoólico, cabe a Secretaria de Saúde junto ao Ministério da Educação, por meio de palestras e campanhas feitas em escolas e virtualmente em redes sociais, informar crianças e jovens sobre as doenças relacionadas. Ademais, a mídia como a televisão e a internet, poderiam promover slogans visando a paz nos estádios. Enfim, a partir dessas ações, agregadas as leis supracitadas, o Brasil tornar-se-á um território de tupiniquins mais conscientes.