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    Por ser uma droga viciante que causa dependência o álcool já foi proibido nos EUA em 1920. O fracasso da proibição da venda de álcool nos EUA fez com que o Brasil, por observar o fracasso do combate ao álcool com a proibição, anos depois colocasse em prática uma série de propagandas governamentais promovendo o consumo com moderação do álcool. Porém a falta de infiltração da conscientização dos males do álcool nas escolas, permitiu que as pessoas ficassem dependentes antes mesmo de terem contato com as informações biológicas e sociais necessárias para não se tornar um viciado. 
         Os altos índices do abuso de álcool na sociedade brasileira demonstram a ineficiência das campanhas do ministério da cidade em conscientizar as pessoas a beber com moderação. Tal ineficiência se deve ao fato das campanhas serem voltadas ao público adulto, e por existir um esforço ínfimo do governo para levar a publicidade anti-álcool para as escolas em forma de palestras e eventos. Tais atividades demonstrariam os males biológicos e sociais provocados pelo álcool.
        Ao ser ingerido pelo corpo o álcool ao chegar ao fígado, se transforma na substância tóxica causadora da cirrose chamada aldeído. Essas e muitas outras doenças, juntamente com a demonstração de fatos concretos de pessoas que destruíram suas vidas devido ao consumo abusivo de álcool, deveriam ser demonstradas em palestras e eventos nas escolas particulares e públicas em iniciativa do MEC juntamente com o ministério da cidadania.
    
      As ineficiências das campanhas públicas atuais demonstradas demonstram que o abuso de álcool na sociedade Brasileira deve ser resolvido por uma outra abordagem. Com a aplicação de palestras e eventos anti consumo exagerado de álcool nas escolas, a publicidade atingiria um público mais jovem que ainda não se viciou no álcool. diminuindo assim o consumo médio de bebida em adultos que hoje chega em 8,9 litros. Aumentando assim o número de adultos livres deste mal.