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    Com a instauração da Constituição brasileira de 1988, houve um significativo avanço social, o qual beneficiou a sociedade de maneira imensurável. É notório que, um dos principais benefícios diz respeito a instalação do SUS(sistema único de saúde) e o consequente aumento do acesso à saúde. Todavia, o abuso de álcool na sociedade brasileira é uma das problemáticas ainda sem solução. Diante disso, é necessário obter subterfúgios a fim de mitigar os danos que essa crise oferece.
      Primeiramente, é válido apontar a mídia como a principal causa do abuso de álcool no Brasil. Segundo o filósofo Jean Jacques Rousseau, o progresso de uma sociedade está intrinsecamente ligado à autonomia social. No entanto, torna-se evidente que a descarga excessiva de propagandas influencia diretamente na autonomia dos indivíduos. Dessa forma, comprova-se que a ingestão excessiva de bebidas é proporcional a quantidade de comerciais acerca desse tema.
       Em segundo plano, é importante ressaltar que essa problemática provoca inúmeras consequências a saúde do usuário. De acordo com a OMS( organização mundial de saúde ), cerca de três milhões de pessoas morrem pelas consequências do álcool no organismo, ao ano. Analogamente, é indiscutível contrariar-se ao fato de que a dependência gera apenas males ao dependente.
       Dado o exposto, visando à atenuação dos impactos negativos do abuso do álcool, é preciso modificar a realidade, conforme o pensamento do jornalista irlandês George Shaw, que diz que o progresso é impossível sem mudança. Assim, o ministério da saúde , com apoio do poder legislativo, deve regulamentar a divulgação de bebidas alcoólicas na mídia, com a criação de uma lei que impeça a propaganda excessiva em meios midiatícos. Caso essa lei seja desrespeitada, haverá aplicação de pena, por meio de impostos, ao meio divulgador. Com isso aplicado, o Brasil diminuirá seus problemas de saúde relacionado à ingestão excessiva de álcool. O cuidado com essa geração refletirá sucesso nas próximas.