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    O consumo de álcool sempre foi presente na sociedade, desde as origens do país, seu uso é muito valorizado, e está enraizado no habito do brasileiro. A utilização esporádica e em doses pequenas não acarreta em prejuízos, porém muitas pessoas não seguem este padrão inofensivo, e cometem abusos com o consumo, causando doenças físicas e mentais devido aos altos níveis de álcool ingeridos, tornando assim, necessária uma conscientização da população à respeito deste problema. 
      Este descontrole traz consequências absurdas. Fisicamente ocorre doenças como câncer, deterioração de órgãos, cirrose, envelhecimento precoce, etc. No âmbito da saúde mental também causa graves danos desde perda de memória até depressão forte. 
      Diante destes fatos, torna-se necessário grande precaução frente ao uso de álcool, para não adquirir hábitos danosos ao organismo. Quando o uso se torna corriqueiro há grandes chances do usuário se tornar dependente da substância. 
      Outrossim, conforme o uso aumenta, perdas maiores vão entrando na vida do dependente. Ele vai se afastando da família, de amigos, e na maioria dos casos acaba desempregado. Os danos não se restringem aos próprios usuários, pois há estatísticas de maior agressividade com uso de álcool ocasionando brigas, e maiores índices de acidentes de trânsitos, por tanto, a sociedade em geral sofre com o abuso desta substância. 
     Com este panorama, faz-se necessário políticas governamentais de conscientização da sociedade sobre os efeitos catastróficos derivados do abuso de álcool. Assim como nos cigarros, nas embalagens de bebidas alcoólicas, deve ser informado as consequências, neste caso, da utilização abusiva da substância. O álcool para menores de idade acarreta danos ainda mais graves, por tanto, controlar e supervisionar os estabelecimentos quanto à venda de bebida para menores ajuda a diminuir os riscos futuros. Com estas medidas o álcool tende a alcançar o seu verdadeiro fim, que é diversão, e não destruição.