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    Em meados de 1920 nos EUA, houve a chamada lei seca, que, proibiu a venda e o consumo de bebidas alcoólicas com o argumento de que isso poderia ajudar no desenvolvimento da nação e evitar o vício. No entanto, anos mais tarde, após a abolição dessa lei, aconteceu o que já haviam previsto: o aumento do alcoolismo e dos números de acidentes de trânsito ocasionados decorrentes da embriaguez. Ademais, no Brasil, tal problema persiste e é um desafio a ser vencido pela sociedade.
      Em 2013, o congresso nacional brasileiro aprovou a lei seca, que, proíbe o cidadão de dirigir após consumo de bebidas alcoólicas. De acordo com a revista Veja, cerca de 80% dos acidentes de trânsito no Brasil eram decorres da má combinação entre álcool e volante. Entretanto, foi estimado que após a lei entrar em vigor, nos anos seguintes, o número de tragédias reduziu cerca de 60%.
      Além disso, o alcoolismo, depois do vício em drogas, é a segunda maior causa de internação do Brasil. Segundo a OMS - Organização Mundial da Saúde - a maioria dos casos de cirrose - doença no fígado causada pelo abuso do álcool - do mundo são diagnosticados entre os brasileiros em consequência do vício. Diante disso, percebe-se que são necessárias ações de conscientização para o consumo moderado da bebida visto os problemas causados para a população.
      Portanto, nota-se  que o abuso do álcool na sociedade brasileira é decorrente da falta de limites no consumo da bebida. Cabe ao estado, elaborar políticas públicas, isto é, cientificar o cidadão sobre os perigos do consumo excessivo, através da propaganda em veículos de comunicação e campanhas mensais de informação nas redes sociais, hospitais e escolas, a fim de tornar o brasileiro mais consciente acerca do assunto, mudando esse cenário para melhor.