O abuso de álcool na sociedade brasileira

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    O alcoolismo enraizado na contemporaneidade brasileira perpetua-se entre as diversas camadas sociais como lazer das horas vagas. Nesse ínterim, ao observar a demasiada quantidade de doenças e óbitos associada ao ato de beber excessivamente, evidencia-se um quadro nocivo à saúde pública. Com isso, urge refutar as causas desse cenário, como a lenta mudança de mentalidade social em simetria com influenciadores ideológicos, a fim de combatê-los para fomentar uma nação mais saudável.
      Em primeira instância, destaca-se a cultura herdada como motor propulsor do alastramento do alcoolismo na sociedade. Segundo Jonh Locke, nascemos como uma folha em branco, sem conhecimento e o adquirimos por meio da experiência. Diante do pensamento do sociólogo inglês, infere-se que se uma criança permeia um ambiente onde seus pais bebem frequentemente, ela tende a atribuir o mesmo hábito por causa da vivência em grupo. Logo, a prática cotidiana, transmitida de geração a geração, estimula novos apreciadores de cervejas e drinks no país.
    
        Paralelamente a isso, sobressai a estimulação midiática como fator de influência decisivo para instigar o etilismo. De acordo com um estudo publicado no periódico científico Journal of Studies on Alcohol and Drugs, indivíduos expostos a uma grande quantidade de anúncios de bebidas alcoólicas consumiam , por mês, mais de 200 doses de bebidas, em comparação com apenas 14 doses naqueles que não assistiam nenhum comercial do produto. Diante desse patamar, urge-se intervenção estatal com o propósito de reduzir drástica ideologia fixada nos meios de difusão publicitária.
        Destarte, entende-se que o abuso do álcool na sociedade brasileira é fruto do costume herdado somado à interferência da publicidade. Assim, emerge-se imperativo que professores desde a  fase da Primeira Infância até o Ensino Médio  desenvolvam reflexões aos alunos, por meio de cartilhas sobre os efeitos nocivos do alcoolismo, a fim de evitar a formação de cidadãos vulneráveis ao etilismo. Ademais, compete ao Governo Federal exigir, através da formulação de uma lei, a exposição nos rótulos das consequências que as bebidas alcoólicas podem causar, da mesma forma como o exposto nas embalagens de cigarro, com o intuito de desestimular o hábito. Desse modo, a nação brasileira, gradativamente , diminuirá os índices de alcoolismo no século XXI.