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    A obra ‘’Sociedade do cansaço’’ do filósofo sul coreano Byung-Chul Han retrata que a sociedade contemporânea contempla o álcool como uma válvula de escape para a cobrança cada vez mais exigida nos dias atuais além dos problemas pessoais e sociais que também culminam para um uso abusivo desta bebida. Contudo, esse uso corriqueiro, leva a sérios problemas de saúde, cabendo assim, ao Ministério da Saúde a desconstrução da banalização das bebidas alcoólicas. 
      Em primeiro lugar cabe apontar os fatores sociais que contribuem para o abuso alcoólico. É sabido que no século XXI, especialmente no Brasil, beber álcool é algo cultural, um meio de socialização, tendo em vista que esse é um ativador cerebral, ou seja, deixa a pessoal mais desinibida, ativa o sistema nervoso simpático (estado de alerta), este tipo de uso é chamado, de acordo com a psicologia social de – viés de grupo- .Tais fatos corroboram para um consumo excessivo da bebida, que em longo prazo trazem sérios danos a saúde. 
      Outrossim, é indubitável que devido ao consumo excessivo dos líquidos alcoólicos problemas fisiológicos de saúde irão surgir. Por exemplo, diabetes, hipertensão, cirrose, tumores e outros, segundo o site ‘’Tua Saúde’’. Desse modo, é explicito a gravidade que está presente na ‘’inocente’’ bebida cotidiana, que muitas vezes é usada como escapismo, como aponta o filósofo, Byung-Chul Han, sendo assim, um problema social e de responsabilidade governamental em controla-la. 
      Depreende- se, portanto que devido à situação do consumo excessivo de álcool no Brasil hodierno medidas são necessárias para seu controle. Nesse âmbito, cabe ao Ministério da Saúde promover campanhas midiáticas, por meio das redes sociais como ‘’Facebook’’ e ‘’Instagram’’, que informem a população sobre os riscos da ingestão descontrolada dessa bebida, com a finalidade de diminuir o consumo alcoólico da população e desconstruir a sua banalização. Assim a problemática será controlada e resolvida.